
Quem Quiser Saber Meu Nome
Abadá Capoeira
Resistência e identidade em “Quem Quiser Saber Meu Nome”
A música “Quem Quiser Saber Meu Nome”, do grupo Abadá Capoeira, utiliza a expressão “mato ralo capoeira” para simbolizar a resiliência e a capacidade de adaptação da capoeira. Assim como o mato rasteiro, que sobrevive em ambientes difíceis, a capoeira nasceu da resistência dos africanos escravizados e se tornou um símbolo de liberdade e força cultural. O trecho “Eu nasci pra libertar / Camuflando força bruta / Não deixei me aprisionar / De dança eu virei luta” destaca como a capoeira começou como uma dança disfarçada para enganar os opressores e, com o tempo, se consolidou como uma arte marcial e expressão de luta pela liberdade.
A letra também valoriza a identidade afro-brasileira ao afirmar “Minha mãe é africana / Eu vivi nos canaviais”, conectando a capoeira às suas origens africanas e ao contexto dos canaviais, onde muitos escravizados resistiram. Ao dizer “Eu não sou religião / Virei arte popular / Patrimônio mundial / Broto em todo lugar”, a música celebra o reconhecimento global da capoeira e sua difusão, especialmente por meio de grupos como a Abadá Capoeira. A menção a movimentos como “cabeçada, meia lua e rasteira” evidencia a riqueza técnica da capoeira, mostrando que ela está presente tanto nos iniciantes quanto nos mestres, reforçando o sentimento de pertencimento e continuidade dessa tradição.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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