
Samba Enredo 1992 - Pra Não Dizer Que Não Falei Das Flores
Acadêmicos da Rocinha
Resistência e esperança em “Samba Enredo 1992 - Pra Não Dizer Que Não Falei Das Flores”
O título “Samba Enredo 1992 - Pra Não Dizer Que Não Falei Das Flores” faz referência direta à famosa canção de protesto de Geraldo Vandré, símbolo da resistência à ditadura militar. Ao adotar esse nome, a Acadêmicos da Rocinha presta homenagem à luta por liberdade e transforma a mensagem original em uma celebração carnavalesca, sem perder o tom de resistência. A letra destaca o orgulho da comunidade diante das dificuldades, como nos versos “Apesar da discriminação / Em versos vou mostrar / Minha Rocinha tão florida”, reconhecendo os desafios sociais enfrentados pela Rocinha, mas respondendo com otimismo e exaltação da força de seu povo.
As imagens de flores e elementos da natureza — “borboleta”, “margarida”, “cravos, rosas, beija-flor” e “flor de laranjeira” — reforçam o clima festivo e também simbolizam renovação, diversidade e esperança. A figura da “jardineira” que “vem regar o nosso amor” representa o cuidado coletivo e a importância do afeto para florescer mesmo em meio às adversidades. O samba valoriza a juventude e a vitalidade da comunidade, como em “Na flor da idade / Vou gozando a vida / Vitória régia mocidade”, associando o espírito do Carnaval à ideia de um futuro promissor. O verso final, “Eu vou sambar com a mente sã / E ver brilhar a flor do amanhã”, resume o desejo de superação e esperança, mantendo viva a mensagem de resistência que inspira o enredo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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