
Menina Faceira
Adelino Nascimento
Afeto e saudade em "Menina Faceira" de Adelino Nascimento
Em "Menina Faceira", Adelino Nascimento expressa de forma simples e direta o afeto e a saudade de um narrador apaixonado. A repetição do termo "menina faceira" destaca a admiração por uma jovem cheia de vida e encanto, reforçando o carinho presente na relação. O verso “escuta benzinho que eu sempre te chamo” mostra o esforço do narrador em manter o vínculo afetivo, mesmo diante da distância, evidenciando a saudade e a esperança de reencontro — sentimentos muito presentes no gênero brega e na carreira de Adelino.
A letra aborda de maneira clara o sofrimento causado pela ausência da amada, como em “Sem você ao meu lado, vou morrer sozinho, sem querer ninguém”, e a expectativa de felicidade com o retorno dela: “Quando você voltar, vai ser lindo demais, vou deixar de sofrer e vou viver em paz”. Essa sinceridade é uma marca do estilo de Adelino Nascimento, que conquistou o público ao tratar de temas universais como o amor e a espera. O refrão repetido reforça a intensidade do sentimento e a esperança de que a volta da "menina faceira" traga alívio e completude à vida do narrador, conectando-se à tradição do brega de valorizar emoções intensas e verdadeiras.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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