
É Madrugada
Adelmario Coelho
Solidão na Noite de São João
A música "É Madrugada" de Adelmario Coelho é uma canção que explora a solidão e a espera angustiante durante a noite de São João, uma das festas mais tradicionais e alegres do Nordeste brasileiro. A letra descreve a madrugada, um momento em que a expectativa de encontrar o ser amado se transforma em desilusão e tristeza. A repetição da frase "até agora nada meu bem não aparece" reforça a sensação de abandono e a frustração do eu lírico.
A festa de São João é conhecida por suas fogueiras, danças e celebrações, mas na música, esses elementos festivos contrastam com a solidão do protagonista. A pergunta retórica "Pra que tanta fogueira se pra mim a noite inteira vai ser grande a solidão?" destaca esse contraste, mostrando que, apesar da alegria ao redor, a ausência do amor desejado torna a noite vazia e dolorosa. A fogueira, que normalmente simboliza calor e união, aqui se torna um símbolo de isolamento e tristeza.
Adelmario Coelho, um dos grandes nomes do forró, utiliza sua música para capturar emoções profundas e universais, como a espera e a decepção amorosa. A repetição do refrão "É noite de São João, quase amanhecendo o dia, é madrugada e não vem, quem tanto eu queria" enfatiza a passagem do tempo e a persistência da ausência, criando uma atmosfera de melancolia. A canção, portanto, não é apenas sobre a espera de um amor, mas também sobre a solidão que pode ser sentida mesmo em meio a uma celebração comunitária.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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