
Matinê
Adilson Ramos
Ciúme juvenil e cotidiano em "Matinê" de Adilson Ramos
Em "Matinê", Adilson Ramos aborda o ciúme e a insegurança de forma leve e cotidiana, usando a matinê — tradicional sessão de cinema à tarde — como cenário para os sentimentos do narrador. O verso repetido “mas domingo vai com outro na matinê” destaca o contraste entre o desejo de exclusividade e a realidade de incerteza, mostrando como o ciúme pode surgir em situações aparentemente inocentes do dia a dia.
A letra traz à tona a ansiedade do narrador, que se revela em frases como “fico em casa me doendo de ciúmes a imaginar se no escurinho alguém vai te beijar”. Essa preocupação, comum em relacionamentos jovens, é apresentada sem exageros dramáticos, mantendo o tom acessível e próximo do cotidiano, característica marcante do estilo de Adilson Ramos. Inspirado por artistas românticos internacionais, o cantor imprime uma abordagem direta e sentimental, reforçando a frustração do narrador através da repetição do refrão. No entanto, a música sugere uma aceitação resignada, sem confrontos, apenas o lamento de quem ama e teme perder, tornando a experiência relatada ainda mais próxima do ouvinte.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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