Coisas do Poeira
Ado Souza e Castelo
Cotidiano rural e humor em "Coisas do Poeira"
"Coisas do Poeira", de Ado Souza e Castelo, retrata o cotidiano do interior com leveza e bom humor, destacando tradições e valores da vida rural. O verso “Com chuva não vou na roça / Nem com Sol também não vou” traz uma ironia divertida sobre o trabalho no campo, sugerindo que o personagem prefere aproveitar os momentos de lazer, como as festas e danças típicas. A referência ao chamamé tocado “com a sanfona do vovô” reforça a importância da música tradicional e o vínculo entre gerações, mostrando como a cultura é transmitida de forma afetiva e espontânea.
A letra valoriza elementos simples e autênticos do interior, como as frutas nativas “guavira” e “jatobá”, evidenciando a conexão com a natureza e os costumes locais. O personagem demonstra romantismo e determinação ao afirmar que atravessaria o rio a nado para encontrar a “menina dos olhos verdes”, e ainda brinca ao dizer que gosta tanto de uma “menina” quanto de uma “coroa”, trazendo espontaneidade e humor à narrativa. O refrão “O homem sempre se queixa / Mas não vive sem mulher” encerra a canção com uma observação bem-humorada sobre as relações amorosas, reforçando o tom descontraído e carinhoso que permeia toda a música.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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