
Canção da Falsa Tartaruga
Adriana Calcanhotto
Fantasia e ludicidade em "Canção da Falsa Tartaruga"
Em "Canção da Falsa Tartaruga", Adriana Calcanhotto adapta com leveza e humor o nonsense característico de Lewis Carroll. A repetição quase hipnótica de "Que bela sopa!" transmite o entusiasmo infantil diante de algo simples, como um prato de sopa, transformando o cotidiano em motivo de celebração. O uso de jogos de palavras e aliterações, presentes em versos como "Quem não diz: - Ave! / Quem não diz: - Eia! / Quem não diz: - Opa!", brinca com a sonoridade e incentiva a participação do ouvinte, criando uma atmosfera lúdica e imaginativa.
A letra eleva a sopa a um status quase mítico, chamando-a de "Sopa das sopas" e reforçando o desejo e a brincadeira com a repetição de "Beliscar essa bela sopa?". Expressões como "Quem não se baba / Quem não a papa! / Quem não a gaba!" convidam o público a se envolver e celebrar o prazer das pequenas coisas. Assim, a canção vai além do tema da sopa e propõe um olhar encantado sobre o cotidiano, típico do universo infantil e do surrealismo de Carroll, onde o comum se torna extraordinário pela força da imaginação.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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