
Metade
Adriana Calcanhotto
Fragmentação e saudade em "Metade" de Adriana Calcanhotto
Em "Metade", Adriana Calcanhotto explora o impacto da ausência de alguém essencial na vida de uma pessoa. A letra apresenta pequenas perdas do cotidiano, como "perco o chão", "perco as chaves de casa" e "perco o freio", para mostrar como a falta de alguém pode desestabilizar completamente a identidade e a rotina. Esses exemplos concretos ilustram como a ausência fragmenta a existência, deixando quem sente a perda "em milhares de cacos" e "ao meio". Segundo análises e declarações da própria artista, a canção nasceu desse sentimento de incompletude e desorientação, tornando cada verso um retrato sincero da melancolia e da busca por sentido após uma separação.
A repetição da pergunta "Onde será que você está agora?" reforça que a ausência não é só física, mas também emocional, criando um vazio que se manifesta em cada gesto e pensamento. A metáfora de estar "ao meio" sugere que a pessoa perdeu uma parte fundamental de si mesma, enquanto a imagem de "deixar a porta aberta" simboliza a esperança ou a espera inconsciente pelo retorno do que foi perdido. A atmosfera introspectiva e melancólica da música, presente tanto na versão original quanto em releituras, destaca como "Metade" aborda temas universais de perda, saudade e a difícil reconstrução da identidade diante da ausência.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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