
E O Mundo Não Se Acabou
Adriana Calcanhotto
Liberdade e ironia diante do fim em “E O Mundo Não Se Acabou”
“E O Mundo Não Se Acabou”, interpretada por Adriana Calcanhotto, explora de forma leve e irônica como o medo coletivo do fim do mundo pode levar as pessoas a se libertarem de suas próprias restrições. Inspirada pelo pânico causado pela transmissão de “A Guerra dos Mundos” nos Estados Unidos, a música faz uma sátira ao mostrar que, diante do boato do apocalipse, a protagonista decide viver intensamente: beija “quem não devia”, dança samba de maiô e até perdoa desafetos. Essas atitudes revelam uma crítica bem-humorada à tendência humana de só aproveitar a vida quando sente que o tempo está acabando.
A repetição de situações inusitadas, como “peguei na mão de quem não conhecia” e “gastei com ele mais de quinhentão”, reforça o clima de libertação e pequenas transgressões, possíveis apenas porque todos acreditam que não haverá amanhã. Quando o mundo não acaba, porém, surgem as consequências dessas escolhas impulsivas, como o “barulho” e a “confusão” com o gajo que espalha boatos. Assim, a música mistura leveza e ironia para mostrar que o medo do fim pode ser um convite para viver mais intensamente, mas também alerta para as surpresas e consequências que aparecem quando a vida continua normalmente.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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