
Senhas
Adriana Calcanhotto
Liberdade e autenticidade em “Senhas” de Adriana Calcanhotto
Em “Senhas”, Adriana Calcanhotto faz uma crítica direta ao conformismo e às normas sociais que tentam padronizar comportamentos e sentimentos. Ao repetir que não gosta de "bom gosto", "bom senso" e "bons modos", a artista reforça a ideia de que a verdadeira intensidade da vida está fora dos limites impostos pela sociedade. Esse posicionamento ganha ainda mais força no contexto do álbum "Senhas", que marca uma fase mais autoral e pessoal na carreira de Adriana, valorizando autenticidade e experimentação.
A letra também mostra uma postura de tolerância e compreensão diante das diferenças, como nos versos “Eu hospedo infratores e banidos” e “Eu respeito tiranias / E compreendo piedades”. No entanto, Adriana deixa claro que sua admiração é reservada àqueles que vivem com intensidade: “Eu gosto dos que têm fome / Dos que morrem de vontade / Dos que secam de desejo / Dos que ardem”. Esses trechos celebram a paixão, o desejo e a vontade de viver plenamente, em contraste com a apatia e a superficialidade. Assim, “Senhas” se destaca como uma ode à autenticidade, à intensidade dos sentimentos e à recusa de se encaixar em padrões pré-estabelecidos.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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