
Marina
Adriana Calcanhotto
Afeto e ciúme nas relações em "Marina" de Adriana Calcanhotto
"Marina", interpretada por Adriana Calcanhotto, destaca-se pela mistura de afeto e ciúme, revelando um olhar possessivo sobre a beleza feminina. A letra mostra que o narrador valoriza a aparência natural de Marina e se incomoda quando ela decide se maquiar: “Não pinte esse rosto que eu gosto, que eu gosto e que é só meu”. Esse verso evidencia não só a preferência pela naturalidade, mas também uma ideia de posse, refletindo o contexto da época em que a música foi composta, quando era comum idealizar e controlar a imagem da mulher.
A repetição do pedido para que Marina não se pinte reforça um tom leve e descontraído, mas também traz à tona o ciúme e até uma certa birra, como em “Me aborreci, me zanguei, já não posso falar” e “Desculpe, marina, morena, mas eu tô de mal”. Apesar da simplicidade, a canção revela emoções contraditórias: carinho, admiração e dificuldade de lidar com a autonomia da amada. Na interpretação de Adriana Calcanhotto, a voz suave e a sensibilidade suavizam o tom possessivo, destacando mais o afeto do que o controle. Assim, "Marina" segue atual ao provocar reflexões sobre padrões de beleza e dinâmicas nas relações afetivas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



Comentários
Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra
Faça parte dessa comunidade
Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Adriana Calcanhotto e vá além da letra da música.
Conheça o Letras AcademyConfira nosso guia de uso para deixar comentários.
Enviar para a central de dúvidas?
Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.
Fixe este conteúdo com a aula: