
Canção da falsa tartaruga
Adriana Partimpim
O universo lúdico de “Canção da falsa tartaruga” e a imaginação
“Canção da falsa tartaruga”, interpretada por Adriana Partimpim, utiliza a repetição da palavra “sopa” e variações sonoras para criar um clima de brincadeira que vai além de simplesmente falar sobre comida. Inspirada no universo surreal de “Alice no País das Maravilhas”, a música transforma a sopa em um símbolo de prazer, desejo e celebração coletiva, convidando todos a participar desse banquete imaginário. Expressões como “Quem não diz: - Ave! Quem não diz: - Eia!” reforçam o tom festivo e surpreendente, típico do nonsense de Lewis Carroll, e aproximam a canção do universo infantil, onde tudo pode ser motivo de encanto.
A escolha de Adriana Partimpim em adaptar esse poema para crianças, com tradução de Augusto de Campos e música de Cid Campos, mostra como literatura e música podem se unir para criar algo novo e divertido. A letra brinca com sons e palavras, transformando a sopa quase em um personagem, tão desejado que “quem não daria tudo só pa-ra beliscar essa bela Sopa?”. No fundo, a canção convida o ouvinte a saborear não só a sopa, mas também a imaginação, o jogo de palavras e o prazer das pequenas coisas, tudo com leveza e alegria.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.




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