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Fala do Homem Nascido

Adriano Correia de Oliveira

LetraSignificado

    Resistência e esperança em “Fala do Homem Nascido”

    “Fala do Homem Nascido”, interpretada por Adriano Correia de Oliveira com letra de António Gedeão, é marcada por imagens que refletem tanto a busca individual por sentido quanto o contexto de resistência política em Portugal durante o Estado Novo. A metáfora da “barca” navegando rumo ao norte representa a determinação de seguir em frente, mesmo diante de adversidades. Trechos como “tenho pressa de viver que a vida é água a correr” reforçam a urgência de aproveitar a vida, destacando a passagem rápida do tempo e a necessidade de não desperdiçá-lo.

    O verso “Só quero o que me é devido por me trazerem aqui. Que eu nem sequer fui ouvido no acto de que nasci” traz uma reflexão sobre a condição humana: ninguém escolhe nascer, mas todos têm direito a buscar dignidade e felicidade. Já a frase “Não há poder que me vença, mesmo morto hei-de passar” expressa uma vontade inquebrantável de superar obstáculos, sendo também um símbolo de resistência política. Essa mensagem era comum nas canções de Adriano, que se tornaram símbolos de luta e liberdade. Assim, a música equilibra o desejo pessoal de viver plenamente com um apelo coletivo à superação e à esperança, tornando-se relevante em diferentes épocas e contextos.

    O significado desta letra foi gerado automaticamente.


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