
Canção De Fornos
Adriano Correia de Oliveira
Saudade e afeto descontraído em “Canção De Fornos”
“Canção De Fornos”, de Adriano Correia de Oliveira, traz uma abordagem leve e carinhosa da saudade, característica do fado de Coimbra, mas sem o peso dramático comum ao gênero. O verso “Adeus ó vila de Fornos / Arrasada sejas tu” pode parecer duro, mas, dentro do contexto português, expressões fortes muitas vezes são usadas de forma afetuosa. Aqui, a frase funciona como uma brincadeira nostálgica, reforçada pelo tom carinhoso do restante da letra e pela repetição de “Não te quero mal nenhum”, que deixa claro o sentimento de ternura e saudade pela vila.
A música valoriza a proximidade e os pequenos gestos de afeto, como o “abracinho bem apertado”. Quando diz “Matar desejos não é pecado”, a canção defende a aceitação dos próprios sentimentos e a celebração do carinho, especialmente através do abraço. O refrão “Mas um só é pouco / Dois é conta certa / Toma lá mais outro / Ora aperta, aperta” brinca com a ideia de que nunca é demais demonstrar afeto, criando uma atmosfera acolhedora e descontraída. Assim, “Canção De Fornos” transforma a despedida em um momento de partilha calorosa, mantendo viva a ligação emocional com o lugar e as pessoas queridas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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