
Amanhã
Afonso Dubraz
Coragem e autenticidade em "Amanhã" de Afonso Dubraz
A trajetória de Afonso Dubraz, que deixou a advocacia para se dedicar à música, está diretamente refletida na letra de "Amanhã". No trecho “Vou fazer as malas, com licença abram alas, eu vou dar o corpo às balas, hoje vou ser quem quiser”, o artista expressa a decisão de abandonar uma vida previsível em busca de autenticidade e realização pessoal. "Fazer as malas" representa a escolha de partir para o novo, enquanto "dar o corpo às balas" mostra a coragem de enfrentar riscos e críticas para seguir um sonho. O próprio Dubraz já afirmou que sua experiência pessoal foi a principal inspiração para a canção, o que torna a mensagem ainda mais próxima e motivadora para quem ouve.
A música valoriza a ousadia de ser diferente, como aparece em “Ai de quem quer ser diferente / Ter um rasto de cometa / Não ter medo de brilhar”. Esses versos sugerem que a felicidade está em desafiar padrões e não se conformar com expectativas alheias. A referência ao "fado" – destino, em português – no verso “Querer mudar o próprio fado / Pois ninguém está destinado a ser o que não quer” reforça a ideia de que cada pessoa pode reescrever sua própria história, independentemente das circunstâncias. Com um tom otimista e inspirador, "Amanhã" convida o ouvinte a buscar felicidade e autenticidade, mesmo diante do medo e da incerteza.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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