Fora do Eixo (part. Juliano Holanda)
Agda Moura
Tradição e saudade em “Fora do Eixo (part. Juliano Holanda)”
“Fora do Eixo (part. Juliano Holanda)”, de Agda Moura, explora a separação e o desejo de reencontro a partir de referências marcantes da cultura nordestina. Metáforas como “feito cana no engenho” e “fogo bento” reforçam a identidade regional e traduzem sentimentos de perda e transformação. A imagem da cana triturada no engenho representa emoções despedaçadas pela distância, enquanto o “fogo bento” sugere uma paixão intensa e quase sagrada, que resiste mesmo diante do afastamento.
A letra constrói uma narrativa de esperança e busca pelo amor perdido, evidenciada em versos como “Hei de achar meu coração / Num acaso inconsequente” e “Hei de inventar lugares / Pra te encontrar serena”. A rotina do eu lírico mistura elementos do cotidiano e do sagrado, como “acompanhar novena” e “frequentar os bares”, mostrando a tentativa de preencher o vazio deixado pela ausência. O trecho “Talvez o mundo nos guardou distantes / Nestas curvas da vida, separados” expressa uma aceitação melancólica do destino, mas também mantém a esperança de reencontro.
A parceria entre Agda Moura e Juliano Holanda intensifica o tom sensível da canção, unindo tradição e contemporaneidade. Assim, a música homenageia o imaginário popular nordestino e aborda temas universais como amor, saudade e esperança, tornando-se um retrato delicado da busca por pertencimento diante dos desencontros da vida.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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