
A Hora do Amor
Agnaldo Timóteo
Solidão e esperança em "A Hora do Amor" de Agnaldo Timóteo
Em "A Hora do Amor", Agnaldo Timóteo utiliza a imagem do "relógio lá da praça" para simbolizar a passagem do tempo e a espera angustiante por um reencontro amoroso. O relógio, que "não se cansa de marcar / o tempo de sofrer / o tempo de esperar", representa a rotina dolorosa de quem perdeu um grande amor e vive na esperança de reviver "a hora de amar". Essa metáfora central reforça o sentimento de saudade e solidão que atravessa toda a música.
A letra, adaptada por Geraldo Figueiredo a partir de versões internacionais, ganha um tom ainda mais melancólico na voz de Timóteo. Frases como "Meu amor está tão longe / E até já me esqueceu" evidenciam o abandono e a sensação de esquecimento. Apesar da dor, a canção traz uma esperança sutil, expressa no desejo de que a pessoa amada ouça o chamado do relógio e retorne: "Se o relógio lá da praça / Ela, um dia, escutar / Por certo entenderá / Que estou a lhe chamar". Assim, a música oscila entre o sofrimento da separação e a expectativa de reconciliação, tornando-se um retrato sensível da espera e do desejo de reviver momentos felizes, aproximando o drama do público brasileiro por meio da interpretação emotiva de Agnaldo Timóteo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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