
Aline
Agnaldo Timóteo
Memória e saudade em "Aline" de Agnaldo Timóteo
Em "Aline", Agnaldo Timóteo explora a dor da perda amorosa por meio de imagens ligadas à praia, onde o protagonista revive lembranças do relacionamento. A repetição do nome "Aline" e o retorno constante ao local onde o amor aconteceu mostram uma tentativa de resgatar o passado, mesmo sabendo que ele é inalcançável. No trecho “Ouvi teu riso / Que era um gizo / Que uma onda / Trouxe aos meus pés”, as lembranças da amada se misturam ao ambiente, tornando a ausência ainda mais intensa, já que até os sons do mar parecem trazer de volta a presença de Aline.
O ato de desenhar o rosto de Aline na areia, “Sempre sorrindo / Talvez, de mim”, destaca a fragilidade das memórias e do próprio amor, pois a onda apaga o desenho e simboliza a impossibilidade de manter viva a esperança de reencontro. A canção, originalmente francesa e adaptada por Agnaldo Timóteo, ganha um tom universal ao tratar da perda, enquanto a interpretação emotiva do cantor brasileiro reforça o drama da separação. O sino ao longe, que “anunciava / Outro amanhecer”, sugere que a vida segue, mas o protagonista permanece preso ao passado, chorando “um mar, só por ti”. Assim, "Aline" se transforma em um retrato sensível da saudade e da dificuldade de superar um grande amor.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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