
Arbítrio No Ventre
Agona
Cobra que cobra
Que afia os dentes
E morde a cauda
Rastejando em mim
Cobra que cobra
Que afia a cauda
E rasteja
Dentro de mim
Venenosa tempestade
De fúria escamada
Que eu mesmo crio, ciclo após ciclo
Sofrimento capital sem fim
Rastejando de joelhos
Esmagando desejos
Em confusa pele fria
De fogo na barriga
Cobra que cobra
Que afia os dentes
E morde a cauda
Rastejando em mim
Cobra que cobra
Que afia a cauda
E rasteja
Dentro de mim
Venenosa tempestade
De fúria escamada
Que eu mesmo crio, ciclo após ciclo
Sofrimento capital sem fim
Rastejando de joelhos
Esmagando desejos
Em confusa pele fria
De fogo na barriga
O arbítrio no ventre
Tanto me pertence
Mais uma vez
Em voltas incompletas
Do sexo ao final
Absurda serpente existencial



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