
Samba de Orfeu
Agostinho dos Santos
Liberdade e celebração da vida em “Samba de Orfeu”
A letra de “Samba de Orfeu”, interpretada por Agostinho dos Santos, destaca a ligação profunda entre o samba e a experiência de viver intensamente. O trecho “Quero viver, quero sambar / Até sentir a essência da vida me faltar” mostra que o samba vai além da música ou da dança: ele se torna uma maneira de existir, onde a alegria e o prazer de viver se misturam. A disposição expressa em “posso morrer” depois de sambar sugere que a realização máxima está em aproveitar o presente ao máximo, sem temer o fim.
O contexto do filme “Orfeu Negro”, para o qual a música foi composta, aprofunda esse sentido. Ao adaptar o mito de Orfeu e Eurídice para o Carnaval do Rio de Janeiro, a obra associa o samba à liberdade, à paixão e à natureza passageira da felicidade. O verso “Se a fantasia rasgar, meu amor / Eu compro outra” simboliza a capacidade de superar perdas e dificuldades, mostrando que a alegria pode ser renovada. O refrão “O samba é livre, e eu sou livre também / Até morrer” reforça o samba como expressão de liberdade individual e coletiva, alinhando-se ao espírito do Carnaval e à celebração da vida, temas centrais tanto na letra quanto no contexto cultural do filme.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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