
Liberdade
AJULIACOSTA
Resistência e empoderamento feminino em “Liberdade”
Em “Liberdade”, AJULIACOSTA expressa de forma clara sua recusa em se submeter às pressões do mercado musical e ao machismo estrutural. O verso “Eu nasci livre, vivo livre, morro livre sem seu medo” reforça a autonomia da artista e sua rejeição a qualquer tentativa de controle externo. Essa postura está alinhada com atitudes públicas de AJULIACOSTA, como quando cancelou um show em solidariedade a vítimas de agressão, mostrando seu compromisso com o respeito às mulheres.
A crítica à manipulação e alienação aparece em “marionete do sistema é lixo, te enche de merda, te faz de bobo”, onde a artista denuncia a influência negativa das redes sociais e da indústria cultural. AJULIACOSTA deixa claro que não se deixa moldar por tendências ou expectativas externas. A repetição da palavra “liberdade” e a valorização das “pretona no corre” destacam o orgulho e a força das mulheres negras que resistem e prosperam. O trecho “pagou de juda, cê tá cortada” faz referência à traição, indicando que a artista não tolera deslealdade, especialmente em um contexto onde a união feminina é essencial. Ao exaltar as “mina da rua” e o “corre”, AJULIACOSTA celebra a autenticidade e a luta diária das mulheres que buscam progresso sem se submeter a padrões impostos. “Liberdade” se firma como um manifesto de resistência, autenticidade e empoderamento feminino.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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