
Madeira Que Cupim Não Rói
Alceu Valença
Resistência e orgulho em “Madeira Que Cupim Não Rói”
A música “Madeira Que Cupim Não Rói”, interpretada por Alceu Valença, usa o título como símbolo da resistência e força do bloco carnavalesco Madeiras do Rosarinho, especialmente após a derrota considerada injusta no carnaval de 1963. O verso “Queiram ou não queiram os juízes, o nosso bloco é de fato campeão” expressa claramente a indignação do grupo e a recusa em aceitar o resultado oficial, reforçando o orgulho e a valorização da própria identidade. O contexto histórico é fundamental: Capiba compôs a canção como resposta à derrota para o Batutas de São José, e essa frustração se transforma em afirmação de tradição e pertencimento na letra.
A expressão “madeira de lei que cupim não rói” representa a solidez e a durabilidade da cultura popular pernambucana, indicando que, mesmo diante de adversidades e injustiças, o bloco e sua tradição permanecem firmes e respeitados. O tom confiante e celebratório da música, evidenciado em frases como “Viemos defender a nossa tradição” e “E dizer bem alto que a injustiça dói”, transmite uma mensagem de resistência coletiva e valorização das raízes culturais. Com o tempo, a canção se tornou um verdadeiro hino do carnaval pernambucano, sendo cantada tanto em festas quanto em momentos de homenagem, como no velório de Eduardo Campos, consolidando seu papel central no imaginário cultural de Pernambuco.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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