
Cirandas / Luar de Prata / Ciranda da Aliança
Alceu Valença
Memória e tradição em "Cirandas / Luar de Prata / Ciranda da Aliança"
"Cirandas / Luar de Prata / Ciranda da Aliança", de Alceu Valença, transforma elementos do cotidiano e da cultura pernambucana em imagens afetivas e nostálgicas. A canção destaca a ilha de Itamaracá e o canto da sereia, símbolos que remetem tanto à paisagem litorânea quanto à ligação emocional do narrador com suas raízes e com um amor idealizado. Isso fica evidente nos versos: “Ai que saudade daquela menina / Da ilha pequenina de Itamaracá / Onde eu ouvi o canto da sereia”.
A ciranda, dança tradicional de Pernambuco, aparece como símbolo de coletividade e celebração, conectando a experiência pessoal do narrador ao universo cultural do estado. O mar e as ondas, presentes em “Onda que vai, que vai / Onda que vem, que vem”, sugerem o movimento cíclico dos sentimentos e da vida, além de transmitir leveza e fluidez. O mar é cenário físico e metáfora para o amor e a saudade, especialmente quando o narrador se compara a um “peixe espada” mergulhando no “corpo de água clara” da amada. O “luar de prata” serve como elo entre o presente e as lembranças, intensificando o tom nostálgico. Ao mencionar o desejo de casar com Rosália e confiar o futuro a Deus, a letra expressa esperança e entrega, reforçando a sinceridade dos sentimentos. Alceu Valença, ao unir essas imagens à musicalidade da ciranda, celebra a tradição pernambucana e transforma memórias pessoais em experiências universais.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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