
Lenha No Fogo
Alceu Valença
Homenagem e celebração nordestina em “Lenha No Fogo”
Em “Lenha No Fogo”, Alceu Valença faz uma homenagem direta a Gilberto Gil logo no início da música, destacando a influência do artista baiano no cenário musical brasileiro e, especialmente, no frevo. Ao citar “Gilberto baiano meu amigo do peito” e lembrar o “frevo canção” de Gil, Alceu reforça a integração cultural entre Bahia e Pernambuco, celebrando a união dos estados nordestinos por meio da música e do carnaval. As referências a Capiba e Olinda, símbolos do frevo e do carnaval pernambucano, aprofundam ainda mais essa ligação com as raízes regionais e a festa popular.
A frase “bota a lenha no fogo que eu acendo a fogueira” funciona como uma metáfora para o início da festa, sugerindo que basta um estímulo para que a alegria do carnaval se espalhe. O verso “qualquer faísca no pano, o circo todo incendeia” reforça a ideia de contágio e euforia coletiva, típica das celebrações carnavalescas. Ao mencionar “aldeia global” e “Zé Pereira”, personagem tradicional do carnaval, a letra mostra como o carnaval de Pernambuco se conecta com o mundo, mas sem perder sua identidade local. O refrão, ao pedir para ver o carvão queimar e “pegar fogo no salão”, expressa o desejo de ver a festa atingir seu auge, com todos envolvidos na dança e na celebração. “Lenha No Fogo” é, assim, um convite vibrante à celebração, à mistura de culturas e à valorização das tradições nordestinas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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