
Petrolina, Juazeiro
Alceu Valença
Memórias e raízes nordestinas em “Petrolina, Juazeiro”
Em “Petrolina, Juazeiro”, Alceu Valença transforma suas lembranças de infância em uma homenagem à cultura e ao cotidiano do Nordeste. A ponte sobre o Rio São Francisco, mencionada na letra, vai além de um simples elemento geográfico: ela simboliza a conexão afetiva entre as cidades de Petrolina e Juazeiro, além de representar as travessias e experiências marcantes da infância do artista. O verso “Atravessava a ponte, ai, que alegria!” expressa a felicidade genuína das pequenas aventuras diárias, enquanto referências como a “carranca” e o “apito do trem” trazem à tona o folclore e o ambiente típico da região, mostrando como elementos que antes causavam estranhamento se tornam parte do encanto das memórias.
A música também serve como um tributo à beleza natural e à riqueza cultural do Nordeste, evidenciado nos versos “Na margem do São Francisco, nasceu a beleza / E a natureza ela conservou”. O refrão “Eu gosto de Juazeiro e adoro Petrolina” revela o carinho dividido do narrador, com um apego especial à cidade natal. A saudade é o sentimento central da canção, expressa no desejo de retornar a Petrolina “pra não morrer de saudade”, mostrando como as lembranças e o ambiente familiar permanecem vivos e essenciais, mesmo com o passar do tempo. Assim, a música convida o ouvinte a valorizar suas próprias raízes e memórias, celebrando a identidade nordestina.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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