
Figa de Guiné
Alcione
Tradição e proteção espiritual em "Figa de Guiné" de Alcione
Em "Figa de Guiné", Alcione destaca a importância dos amuletos e símbolos do candomblé como formas de proteção contra energias negativas. O verso repetido “Quem me vinga da mandinga é a figa de Guiné” mostra a confiança nesse amuleto, valorizando práticas religiosas afro-brasileiras como escudo espiritual. A canção também ressalta a individualidade da fé ao afirmar “Mas o de fé do meu axé não vou dizer quem é”, indicando que a verdadeira força espiritual é íntima e não precisa ser revelada, o que reforça o respeito ao mistério e à tradição dessas religiões.
A letra faz referência a elementos como “corpo fechado”, “cabeça feita” e “peji do candomblé”, mergulhando nas práticas de proteção espiritual do candomblé, onde o axé simboliza energia vital positiva. A menção à “figa de Guiné” conecta a música à ancestralidade africana e à resistência cultural. Além disso, ao citar nomes como Caymmi, Jorge Amado e Caribé, Alcione exalta o orgulho das raízes baianas e da herança afro-brasileira. O tom acolhedor e afirmativo da canção celebra a fé, a proteção e a força coletiva, mostrando como cultura e espiritualidade se unem para fortalecer quem enfrenta adversidades.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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