
Corpo Fechado
Alcione
Rituais de proteção e superação em "Corpo Fechado"
"Corpo Fechado", interpretada por Alcione, explora como práticas espirituais afro-brasileiras servem de apoio para superar um término amoroso. A letra faz referência direta a rituais de proteção e purificação, como em “ajoelhei no congá”, “acendi vela”, “fui na Bahia fazer um canjerê” e “me banhei na cachoeira”. Esses trechos mostram que a busca por equilíbrio vai além do emocional, envolvendo também o fortalecimento espiritual. O termo “corpo fechado” é central, simbolizando a crença de estar protegido contra energias negativas e influências ruins, o que reforça a ideia de blindagem e fortalecimento após o sofrimento.
A presença da avó, que “aprendeu lá em Angola” e “encontrou meu corpo aberto e fechou”, destaca a importância da sabedoria ancestral e da família na transmissão de conhecimentos espirituais. Isso evidencia o papel da tradição e da herança cultural como suporte nos momentos difíceis. O tom leve e bem-humorado aparece em versos como “minha vó é show de bola” e “não tô mais na tua cola, tirei meu pé da argola, não tem caô”, mostrando que, mesmo após a dor, há espaço para autoconfiança e alegria. Assim, "Corpo Fechado" celebra a força interior, a proteção espiritual e a identidade afro-brasileira, presentes tanto na letra quanto na interpretação marcante de Alcione.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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