
Nem Morta
Alcione
Contradições do amor dependente em "Nem Morta" de Alcione
A música "Nem Morta", interpretada por Alcione, explora de forma direta a complexidade de um relacionamento marcado pela dependência emocional e pela desigualdade de poder. O refrão "Nem morta" expressa uma entrega absoluta, mesmo diante do sofrimento, mostrando como a protagonista se recusa a romper o vínculo, apesar de reconhecer a dor e a opressão presentes na relação.
A letra revela essa dinâmica ao trazer versos como: "Eu só faço o que mandas / Pelo amor que é cego / Que me castra e domina". Aqui, a narradora admite que o amor intenso se tornou uma prisão emocional, reforçada por padrões aprendidos: "Foi assim que aprendi / A ser tua menina". O tom confessional se aprofunda quando ela relata a solidão de se abrir ao parceiro e não ser ouvida: "Pra você falo tudo... Pois você fica mudo / Nesse mundo só teu / Cheio de fantasias". Mesmo diante da dor, a protagonista confessa que o afeto físico e a esperança de aceitação ainda a mantêm presa: "Eu só deito contigo / Porque quando me abraças / Nada disso me importa". O refrão "Sempre que eu me pergunto / Quando vou te deixar / Me respondo: Nem morta" resume a entrega total, mesmo diante do sofrimento. A interpretação intensa de Alcione potencializa essa dualidade entre força e fragilidade, tornando "Nem Morta" um retrato sincero das contradições do amor dependente.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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