
Boi de Lágrimas
Alcione
A sensibilidade do Bumba-meu-boi em “Boi de Lágrimas”
Em “Boi de Lágrimas”, Alcione destaca um aspecto sensível do Bumba-meu-boi ao afirmar no refrão: “Que boi também chora, também sente dor”. Essa frase humaniza o boi, personagem central da festa, e mostra que a tradição não se resume à alegria, mas também envolve sentimentos profundos como dor, saudade e resistência. Ao dar voz ao sofrimento do boi, a música reforça a ligação afetiva entre o povo maranhense e seu folclore, revelando que a celebração é marcada por emoções complexas e coletivas.
A letra traz diversas referências ao universo do Bumba-meu-boi, como “cantor do boi da pindoba”, “prenda do Rosário”, “Chiador”, “Maioba” e “Maracanã”, que remetem a grupos, personagens e localidades tradicionais das festas no Maranhão. Ao citar nomes como “Zé de França Pereira” e “Madre Deus de São Pedro”, Alcione ancora a canção em figuras e lugares reais, reforçando o orgulho e a autenticidade regional. Versos como “Chão tremeu, quem fez? Foi Maracanã” ressaltam a força das apresentações, enquanto “Batalhão da mata enfrenta o contrário no cordão” sugere a luta e a superação presentes nas encenações. A interpretação emotiva de Alcione intensifica o sentimento de pertencimento e respeito à tradição, evidenciando o boi como símbolo de resistência e identidade cultural maranhense.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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