
Dois Pra Lá, Dois Pra Cá
Aldir Blanc
Relações e saudade em “Dois Pra Lá, Dois Pra Cá” de Aldir Blanc
Em “Dois Pra Lá, Dois Pra Cá”, Aldir Blanc utiliza a dança de bolero como metáfora para a aproximação emocional e física entre duas pessoas. Detalhes como o “falso brilhante” no dedo e o “Band-aid no calcanhar” mostram uma atenção especial aos pequenos gestos e imperfeições, tornando a cena mais real e íntima. Esses elementos humanizam a parceira e aproximam o ouvinte da situação retratada, reforçando a ideia de que o amor e o desejo são feitos de detalhes cotidianos e imperfeitos.
A letra explora sensações como o perfume de gardênia e o som dos instrumentos, criando um clima nostálgico e intimista. O convite para dançar surge como resposta ao “frio na alma”, mostrando a dança não só como expressão física, mas também como tentativa de preencher um vazio emocional. O refrão, ao mencionar o movimento repetitivo do bolero, sugere a busca por equilíbrio e sintonia, mesmo quando o coração “traiçoeiro” bate fora do compasso, evidenciando a tensão entre autocontrole e paixão. O whisky com guaraná, consumido ao final, reforça o tom melancólico e a tentativa de anestesiar ou reviver lembranças, enquanto a voz da parceira permanece na memória. Assim, a canção constrói um retrato sensível de desejo, saudade e das marcas que uma relação deixa, usando a dança como símbolo dos encontros e desencontros afetivos.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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