
Cabocla de Pena
Alessandra Leão
Força ancestral e espiritualidade em "Cabocla de Pena"
Em "Cabocla de Pena", Alessandra Leão faz uma homenagem à força espiritual feminina presente nas tradições da Jurema, religião afro-indígena do Nordeste brasileiro. Ao mencionar a "cabocla de pena" e situá-la "lá nas mata", a artista destaca a ligação entre espiritualidade e natureza, já que a mata é o espaço sagrado onde os espíritos se manifestam e onde a Jurema, planta central nos rituais, é encontrada. Essa conexão mostra que a força espiritual surge do próprio ambiente natural e se expressa por meio dele.
A repetição dos versos “Pra ver a força que a jurema tem / Pra ver a força que a jurema dá” reforça o poder transformador e protetor dessa tradição. A Jurema, além de ser uma planta, representa ancestralidade, resistência e proteção espiritual, elementos fundamentais nas religiões afro-brasileiras celebradas por Alessandra Leão no álbum "Macumbas e Catimbós". Dessa forma, a música é um louvor à identidade cultural e religiosa do povo nordestino, transmitindo respeito, fé e orgulho pelas raízes afro-indígenas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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