
Exu Chega / Exu Guerreiro / Sete Encruzilhadas
Alessandra Leão
Ritual, força e respeito em “Exu Chega / Exu Guerreiro / Sete Encruzilhadas”
A música “Exu Chega / Exu Guerreiro / Sete Encruzilhadas”, de Alessandra Leão, explora a relação de respeito e colaboração entre Exu e Ogum, dois orixás centrais nas religiões afro-brasileiras. Nos versos “Senhor Ogum / O senhor me dá licença / Para o seu Exu passar”, a letra evidencia a hierarquia e a harmonia entre as entidades, além de ressaltar a importância do ritual e da ordem nos terreiros. Exu é apresentado como guerreiro e abridor de caminhos, trazendo proteção e força para o terreiro, papel fundamental tanto na Umbanda quanto no Candomblé, como a própria artista destaca no contexto do álbum.
O número sete aparece de forma marcante na letra: “Sete cores tem o arco íris / Sete cores tem o trono de meu pai / Sete vezes eu quase caí / Mas na oitava eu não caio mais”. Nas tradições afro-brasileiras, o sete simboliza totalidade, perfeição e a multiplicidade de caminhos, especialmente associado à entidade Sete Encruzilhadas, uma manifestação de Exu ligada às escolhas e aos cruzamentos da vida. A superação após “sete quedas” sugere resiliência e transformação espiritual, reforçada pelo verso “Exu nos deu a mão / Exu nos levantou”. Elementos como o “esguincho de pinga no ar” e a percussão típica reforçam a atmosfera ritualística, mostrando que, para Alessandra Leão, a música conduz o ritual e valoriza a força e a proteção das entidades afro-brasileiras.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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