Rédeas Na Mão
Alex Verion
Eu era o eco do que os outros diziam
Um rascunho borrado que eles escreviam
Aceitava as migalhas, o não eu engolia
Na sombra do medo, o Sol não nascia
Dizia amém pra quem me diminuía
E a minha vontade
Essa eu nem conhecia
Mas o silêncio cansou de gritar
A corda esticou e teve que quebrar
Eu olhei pro espelho e não vi mais um réu
Rasguei o roteiro, mudei o meu céu!
Agora eu sou dono da minha estrada
A voz que era muda, hoje é trovoada!
Não aceito o peso que não é meu
O fraco que eu era
Finalmente morreu!
Livre pra errar, livre pra escolher
Feliz por ser quem eu nasci pra ser!
Tentaram prender meus pés no chão
Mas esqueceram que eu tenho o comando na mão
Cada sim forçado virou um nunca mais
A paz que eu sinto não deixo pra trás
Hoje eu decido onde eu vou pisar
E se o vento sopra contra, eu aprendi a voar
Quem conheceu minha queda, não entende a subida
Eu tomei a posse da minha própria vida!
Sem amarras, sem desculpas, sem olhar pra trás
Agora eu sou dono da minha estrada
A voz que era muda, hoje é trovoada!
Não aceito o peso que não é meu
O fraco que eu era
Finalmente morreu!
Livre pra errar, livre pra escolher
Feliz por ser quem eu nasci pra ser!
O fraco que eu era
Finalmente morreu!
Agora eu sou dono da minha estrada
Livre pra errar, livre pra escolher
Feliz por ser quem eu nasci pra ser!



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