
Que Se Chama Amor
Alexandre Pires
A intensidade do amor incontrolável em “Que Se Chama Amor”
Em “Que Se Chama Amor”, Alexandre Pires utiliza a metáfora do amor como um vírus, transmitido “com mil fantasias”, para mostrar a força e a imprevisibilidade desse sentimento. Embora esse trecho tenha ganhado novas interpretações durante a pandemia de COVID-19, a intenção original da música é retratar o amor não correspondido como algo avassalador, que escapa ao controle racional e domina completamente quem sente.
A letra aborda de forma direta a dor, a saudade e a solidão provocadas pela ausência da pessoa amada. O sofrimento é expresso em frases como “saudade imensa que partiu meu coração” e “a dor mais funda que a pessoa pode ter”, evidenciando o impacto profundo do amor não correspondido. O eu lírico busca alívio no álcool — “me afogo num copo de cerveja” —, mas percebe que a solidão persiste, criando um ciclo de sofrimento diário. O refrão reforça a ideia de que o amor é impossível de ser controlado: “Eu não posso enfrentar esta dor que se chama amor, tomou conta do meu ser”. A repetição de versos como “dia a dia, pouco a pouco, já estou ficando louco” destaca o desgaste emocional progressivo, tornando a música um retrato sincero do impacto do amor não correspondido na vida de quem sente.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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