Always an Angel
Alexandria
Solidão e invisibilidade em "Always an Angel" de Alexandria
Em "Always an Angel", Alexandria explora o sentimento de estar sempre em segundo plano, mesmo quando se dedica intensamente aos outros. O verso repetido “Always an angel, never a God” (“Sempre um anjo, nunca um Deus”) destaca a diferença entre ser alguém que apoia e cuida, mas que nunca recebe o reconhecimento ou o protagonismo reservado a figuras centrais. A música reforça essa ideia ao apresentar situações como “Always the helper, never the helped” (“Sempre quem ajuda, nunca quem é ajudado”) e “Always the lover, never the loved” (“Sempre quem ama, nunca quem é amado”), mostrando a frustração de quem está sempre disponível, mas raramente é valorizado da mesma forma.
A letra também utiliza contrastes marcantes, como “Always the poet, not a poem” (“Sempre o poeta, não o poema”) e “Always the artist, never the art” (“Sempre o artista, nunca a arte”), para expressar a sensação de invisibilidade. O sujeito da canção é quem cria, inspira e apoia, mas nunca é celebrado como obra ou inspiração. O trecho “Trying to love but told I'm too much / All that I have is falling apart” (“Tentando amar, mas dizem que sou demais / Tudo o que tenho está desmoronando”) aprofunda o sentimento de inadequação e desgaste emocional. Assim, Alexandria constrói uma narrativa sobre a dor de ser subestimado, de nunca ocupar o centro da própria história e de sentir que, apesar de todo esforço, permanece invisível.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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