
Arequipe
La Cruz
Desejo e liberdade em "Arequipe" de La Cruz
Em "Arequipe", La Cruz utiliza o tradicional doce venezuelano e colombiano como metáfora para desejo e prazer sexual. O termo aparece de forma explícita no verso “Pa' comértelo con arequipe / Úntamelo entero, no te quites”, onde o artista brinca com o duplo sentido de "comer" — tanto no sentido sexual quanto no prazer de saborear algo doce. Essa escolha conecta a sensualidade da letra à cultura latino-americana, tornando o tema mais próximo e autêntico para o público.
A música retrata uma noite de festa intensa, marcada por liberdade, desapego e diversão. Versos como “Que no se acaba hasta que salga el Sol” e “puede que mañana me olvide de tu nombre” reforçam a ideia de viver o momento sem preocupações com o futuro. O uso de gírias como “bellaqueo” (flertes e provocações sexuais) e “pepa” (referência a pílulas ou drogas recreativas) aproxima a canção do universo do reggaeton e da juventude urbana. La Cruz, artista abertamente LGBT, imprime na faixa uma atmosfera de celebração da diversidade e da liberdade sexual, sem tabus ou julgamentos, fazendo de "Arequipe" uma homenagem ao prazer e à autenticidade nas relações casuais.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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