Côco Peneruê
Alice Ribeiro
Tradição e alegria popular em “Côco Peneruê” de Alice Ribeiro
“Côco Peneruê”, de Alice Ribeiro, destaca-se pelo uso repetitivo de expressões como “peneruê” e “peneruá”, que funcionam como elementos rítmicos e melódicos, típicos do gênero côco. Essas palavras, sem significado literal, reforçam a atmosfera animada e envolvente das rodas e celebrações populares do Norte e Nordeste do Brasil. O início da música já convida à participação coletiva, característica marcante do folclore dessas regiões.
A letra também valoriza a figura feminina ao mencionar a “nega” como “o côco do stambiro, biro, biro”, sugerindo protagonismo e alegria na dança e na música. Em seguida, a canção mergulha em referências à cultura popular, citando instrumentos e objetos como “manivela”, “faca”, “pistola” e “riúna”, além de expressões como “carrega nela” e “bota azeite no mancá”, que remetem ao improviso e à criatividade do povo. O verso “quando o cabra se arripuna, bole embaixo é o tiro, pá!” traz humor e ousadia, evocando cenas do cotidiano e da malandragem regional. As menções ao “soldado novo com boné arrevirado” e ao “sordado preto que toca calarineta” brincam com figuras típicas das festas populares, misturando respeito e irreverência. Assim, a música celebra a riqueza do folclore amazônico e nordestino, valorizando personagens, ritmos e expressões que compõem a identidade cultural brasileira.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.




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