Amianto (Resposta)
Alinne Gonçalves
Vulnerabilidade e resistência em "Amianto (Resposta)"
Em "Amianto (Resposta)", Alinne Gonçalves utiliza a metáfora do ciclo do dia para ilustrar a oscilação entre esperança e desânimo. No trecho “A minha vida é como manhã / Que brilha como o Sol e a noite volta a escurecer”, a artista mostra como momentos de luz e otimismo são temporários, sempre seguidos pelo retorno da escuridão. O título faz referência ao amianto, material resistente, porém tóxico, sugerindo que a força para suportar o sofrimento pode ser silenciosa e prejudicial, assim como a sensação de ser ignorada: “Em um mundo que ninguém te vê”.
A letra aborda o esgotamento emocional e o desejo de desistir, reconhecendo o esforço de quem tenta ajudar, mas deixando claro o limite da narradora: “pra mim já deu”. A morte é comparada a um vento invisível, mas sentido intensamente: “vento que bate no meu rosto e eu não consigo ver, mas também nada impede de sentir”. O verso final, “Moço ninguém é de ferro, somos programados pra cair”, amplia o tema ao reconhecer a vulnerabilidade humana e a inevitabilidade das quedas. Essa mensagem se conecta ao trabalho de Alinne Gonçalves em projetos que dão visibilidade às experiências femininas e à luta contra a invisibilidade social. Assim, a música se torna um espaço de acolhimento para quem enfrenta exaustão e solidão, valorizando tanto o apoio recebido quanto a dificuldade de seguir em frente.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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