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Canal Saint-Martin

Allain Leprest

Letra

Canal Saint-Martin

Canal Saint-Martin

Paris cheira bem o malParis fleure bon le mal
Compro dois jornaisJ'achète deux journals
No quiosque do canalAu kiosque du canal
Saint-MartinSaint-Martin
Na igreja, um sinosA l'église, un clocheur
Cansado toca as trinta e cinco horasFatigué sonne les trente-cinq heures
Da manhãDu matin
A aurora lambe os pésL'aube lèche les pieds
Do barco dos bombeirosLa péniche des pompiers
Passa com todos os sinais apagadosTraverse tous feux éteints
A lua também se apagaLa lune aussi s'éteint
Sobre o espelho sem-fimSur le miroir sans tain
Do canal Saint-MartinDu canal Saint-Martin

Um pescador de domingoUn pêcheur du dimanche
Tira uma limusine brancaSort une limousine blanche
Do esgotoDe l'égout
Um decepcionado do amorUn déçu de l'amour
Joga uma bigorna em voltaPlonge une enclume autour
Do seu pescoçoDe son cou
O Sena estende a mãoLa Seine tend sa main
Para o pequeno caminhoVers le petit chemin
Vicinal do canalVicinal du canal

Um tordo loiro respondeUn merle blond répond
Ao pintor na ponteAu peintre sur le pont
Que pinta de rosa chicleteQui peint en rose bonbon
A ponte DeusLe pont Dieu
Tudo cinza, esse mês de maioTout gris, ce mois de mai
Canal sol, nunca vai dar certoCanal soleil, ça va jamais
Dois a doisDeux par deux
A água incha as bochechasL'eau se gonfle les joues
E sob a eclusa tocaEt sous l'écluse joue
As Niagara da periferiaLes Niagara d' banlieue
Um policial de bicicleta azulUn flic en vélo bleu
Pedala bem no meioPédale en plein milieu
Sob as árvores friorentasSous les arbres frileux

Rajadas de ventoDes rafales de vent
Fazem as crianças voaremFont voler les enfants
Na calçadaSur le quai
As velhas damas pulamLes vieilles dames sautent
De uma margem para a outraD'une rive sur l'autre
A péA cloche-pied
O mar não virá maisLa mer ne viendra plus
Lamber até o fundo perdidoLécher à fond perdu
O leito sujo do canalLe lit sale du canal

Paris sacode suas ancasParis secoue ses reins
Um velho violino tristeUn vieux violon chagrin
Torra seus refrõesEssore ses refrains
Em um bancoSur un banc
E lá vêm os veleirosEt voilà des voiliers
Os pesados cargueiros, os gondoleiros,Des lourds cargos, des gondoliers,
Os sampansDes sampans
Sob os olhares surpresosSous les regards surpris
De repente sobe o gritoSoudain monte le cri
De um vendedor de carvão branco,D'un marchand de charbon blanc,
Branco como as gaivotasBlanc comme les goélands
Que escoltam os flancosQui escortent les flancs
De um barco despreocupadoD'un chaland nonchalant

Os moradores adormecidosLes riverains endormis
Saem de sua longa noiteSortent leur longue nuit
Pelas janelasAux fenêtres
O carteiro rindoLe facteur en riant
Joga na correnteBalance dans le courant
Todas as suas cartasToutes ses lettres
E a cara de ParisEt la gueule de Paris
Engole a sonharBouffe la rêverie
Matinal do canalMatinale du canal


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