
Ódio
Allen Halloween
A dor social e a luta interna em “Ódio” de Allen Halloween
Em “Ódio”, Allen Halloween expõe de forma direta como o sentimento de ódio se torna um peso constante para quem vive à margem da sociedade. O verso “Onde quer que eu um dia vá, ele vai atrás de mim 'pa qualquer lugar / Tanto faz, é como um cancro que me desfaz” mostra o ódio como algo que corrói por dentro, impossível de ser deixado para trás. A música também traz a dor da perda de amigos e a sensação de abandono, como em “A gente vê-se do outro lado, descansa em paz, Amado” e “Deus abandonou-me, Deus já não me ouve mais”, reforçando o impacto emocional dessas experiências.
Allen Halloween conecta o ódio à realidade das periferias, onde a violência, o abuso policial e a exclusão social são constantes. Ele descreve a rotina dos jovens no bairro: “niggas nunca saem lá do bairro / Sentados no muro a fazer fumo o dia todo mano”, e denuncia a opressão do sistema: “Ódio djan pon virou monstro / Ku raiva di kel sistema frouxo”. O ciclo de violência e marginalização aparece também na tentativa de aliviar a dor com álcool: “Por mais que eu beba até que caia nigga / O álcool não afogou a minha raiva nigga, eu tenho sede”. A música mostra que, mesmo buscando alívio em meios extremos, a dor causada pela injustiça e pela exclusão social permanece, tornando o ódio um reflexo das condições vividas e um fardo difícil de abandonar.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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