
Não Nasci Pro Amor
Almério
Desabafo e vulnerabilidade em "Não Nasci Pro Amor" de Almério
Em "Não Nasci Pro Amor", Almério expressa uma recusa clara ao amor, que vai além de uma experiência pessoal e reflete um questionamento sobre a própria capacidade de acreditar no amor e na humanidade. Logo no início, o verso “eu não sou do amor, não nasci pra isso” define o tom de afastamento e negação, repetido como um mantra ao longo da música. Essa repetição reforça o impacto do sofrimento vivido, mostrando que o narrador foi tão marcado por experiências dolorosas que rejeita a ideia de se entregar novamente a sentimentos amorosos.
A letra traz imagens fortes e diretas, como “mastiguei as pedras que você me deu”, “engoli uns pregos” e “rasguei cotovelos”, que traduzem o desgaste emocional e físico causado por relações passadas. Essas metáforas mostram que o amor, para o narrador, foi sinônimo de dor e autossacrifício, com tentativas constantes de agradar e se adaptar ao outro, como em “me prendi nas redes que você teceu”, “inventei motivos” e “acendi sorrisos”. O trecho “não nasci pra aço, não nasci pra osso, não nasci cadarço, não nasci pro ócio, não nasci pro poço” amplia a sensação de inadequação, indicando que o narrador não se sente parte de nada que possa dar sentido ou estrutura à vida. Assim, a canção se destaca pelo tom de desabafo direto, expondo a vulnerabilidade de quem já se machucou demais para acreditar novamente no amor.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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