
Caxambu
Almir Guineto
Tradição e ancestralidade no samba “Caxambu” de Almir Guineto
A música “Caxambu”, de Almir Guineto, valoriza o jongo — também conhecido como caxambu — como uma expressão fundamental da cultura afro-brasileira. A letra mistura elementos rituais e do dia a dia, como na saudação “Saravá, jongo, saravá” e no pedido “Dona Celestina, me dá água pra beber”, mostrando que a dança é tanto um momento espiritual quanto de convivência comunitária. O verso “Engoma, meu filho, que eu quero ver você rodar até o amanhecer” reforça a energia contagiante e a entrega dos participantes, incentivando a dança e a música até o amanhecer, algo típico das rodas de jongo.
A repetição de “O tambor tá batendo é pra valer / É na palma da mão que eu quero ver” destaca a importância dos tambores e das palmas, essenciais para criar o ritmo e envolver todos na festa. A imagem do “caldeirão sem fundo ferver” funciona como metáfora para a intensidade e a continuidade da celebração, sugerindo que a energia do jongo é inesgotável. Ao citar o galo cantando e o sino da igreja à meia-noite, a música conecta o ritual do jongo ao cotidiano das comunidades, mostrando como tradição e vida comum se misturam. “Caxambu” celebra a força coletiva, a ancestralidade e a alegria das manifestações populares brasileiras.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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