
Jibóia
Almir Guineto
Metáforas de superação e astúcia em "Jibóia" de Almir Guineto
Em "Jibóia", Almir Guineto utiliza metáforas com nomes de cobras para abordar rivalidades e superação de obstáculos. A repetição do verso “Depois que matar a jiboia, jararaca deita e rola” sugere que, ao eliminar um grande desafio (a "jiboia"), outros aproveitam a situação (a "jararaca"). As cobras, conhecidas por sua astúcia e perigo, reforçam a ideia de disputas e estratégias para sobreviver ou se destacar, algo presente tanto no samba quanto nas relações sociais retratadas pelo artista.
A música segue explorando essa metáfora com versos como “A cobra já nasce deitada” e “Se alguém passa perto ela arma o bote”, mostrando que é preciso estar sempre atento, pois o perigo pode surgir a qualquer momento. Em seguida, Almir Guineto traz um tom mais leve ao mencionar o “solado do sapato” e animais como elefante, camelo e canguru. Essas referências brincam com expressões populares e características dos animais para falar de resistência, proteção e cuidado. O “caroço” pode simbolizar um fardo ou segredo, enquanto o canguru “carrega filhote no bolso” representa responsabilidade e proteção. Assim, "Jibóia" mistura humor, sabedoria popular e metáforas para tratar de luta, esperteza e convivência com desafios do cotidiano.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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