
Última Folia
Almir Guineto
A Dor e a Redenção em 'Última Folia' de Almir Guineto
A música 'Última Folia' de Almir Guineto é uma profunda reflexão sobre a dor, a desilusão e a busca por redenção. A letra começa com o eu lírico admitindo que nunca considerou a distância entre o bem e o mal, e que se enganou ao sonhar com maravilhas sem fim. Essa introdução já estabelece um tom de arrependimento e autoavaliação, sugerindo que o personagem passou por experiências que o fizeram repensar suas escolhas e expectativas.
O eu lírico expressa um desejo de um amor que não trouxesse tristeza ou rivalidade, mas reconhece que essa busca o machucou. A repetição da frase 'não posso viver com esse mal' reforça a intensidade do sofrimento e a necessidade de mudança. O carnaval, tradicionalmente uma época de celebração e alegria, é aqui subvertido como um momento de fim e transformação. A declaração de que esta será sua 'última folia' indica uma decisão de abandonar antigos hábitos e buscar uma nova forma de viver.
A música também aborda a falta de paz e alegria, com o pranto do eu lírico correndo como um rio para o mar, uma metáfora poderosa para a inevitabilidade e a força das emoções. Almir Guineto, conhecido por suas contribuições ao samba e pagode, utiliza sua habilidade lírica para explorar temas universais de amor, dor e redenção, criando uma obra que ressoa profundamente com os ouvintes. 'Última Folia' é, portanto, uma canção sobre a necessidade de enfrentar a dor para encontrar um caminho mais autêntico e significativo na vida.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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