
Pranto Que Chorei
Almir Guineto
Imagens de água e dor em "Pranto Que Chorei" de Almir Guineto
"Pranto Que Chorei", de Almir Guineto, utiliza imagens de água para expressar a intensidade do sofrimento após o fim de um relacionamento. No verso “Só Deus sabe o pranto que'u chorei / Oceanos, mares transbordei”, o artista compara seu choro a grandes fenômenos naturais, mostrando que sua dor é profunda e difícil de conter. Essa escolha de palavras amplia o sentimento pessoal para algo grandioso, reforçando a universalidade do tema.
A letra é marcada por metáforas aquáticas, como em “Foram águas de março, foram temporais” e “Nossa represa que rompeu”. Essas imagens sugerem que o amor foi intenso, mas também destrutivo, capaz de transformar momentos de calma em tempestades emocionais. A menção a “águas de março” pode ser uma referência ao clássico de Tom Jobim, que simboliza renovação e encerramento de ciclos, além de remeter às chuvas fortes do fim do verão brasileiro, reforçando o clima de término e tristeza. No trecho “Fui nascente, água pura toda natural / E você foi corrente e mistura de água doce e sal”, Almir mostra que o relacionamento começou de forma pura, mas se tornou complicado e insustentável. O final, “A solidão me congelou a ilusão evaporou / E o nosso amor enfim, se afogou”, resume a sensação de perda, usando a água como símbolo tanto de vida quanto de dissolução.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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