
Faz de Conta
Almir Guineto
Crítica social e ironia em "Faz de Conta" de Almir Guineto
Em "Faz de Conta", Almir Guineto utiliza a ironia para denunciar a hipocrisia de pessoas que fingem solidariedade, mas agem apenas por interesse próprio. O verso “faz de conta que é gente, mas não é” destaca como essas figuras perdem a humanidade ao se afastarem das necessidades reais do povo. A menção a “nosso Galileu” faz uma referência irônica a Jesus Cristo, sugerindo que esses indivíduos se colocam como salvadores, mas não ajudam de verdade, apenas simulam preocupação social.
A música também aborda a exploração de artistas e trabalhadores comuns. Nos versos “Se pro bolso do compositor / O que vem é rojão de credor / Devemos a você” e “os direitos de autor me retém / Em um banco e o juros por mês / Descansando no saldo de quem?”, Almir Guineto critica diretamente aqueles que lucram com o trabalho dos outros, enquanto os verdadeiros criadores ficam endividados e marginalizados. A expressão “mais falso que nota de três” reforça o tom sarcástico e evidencia a falta de autenticidade dessas pessoas. Assim, "Faz de Conta" se destaca como uma crítica social contundente, revelando a distância entre o discurso e a prática e desmascarando a falsa generosidade de quem se aproveita da situação dos mais vulneráveis.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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