
Mãe Natureza
Almir Guineto
Dor e saudade refletidas em "Mãe Natureza" de Almir Guineto
Em "Mãe Natureza", Almir Guineto retrata a dor da perda amorosa ao mostrar um narrador que rejeita a beleza do mundo natural. Logo no início, ao dizer “Mãe natureza, estou de mal”, o personagem revela que o sofrimento é tão intenso que até mesmo aquilo que antes trazia alegria agora se torna insuportável. Elementos como a lua, as estrelas e o amanhecer, normalmente ligados à esperança e ao romantismo, são recusados ou transformados em símbolos de tristeza, como nos versos “Hoje não quero lua / Vou vagar pelas ruas / Quero um amanhecer sem sol / Pra não lembrar”.
A letra estabelece uma ligação direta entre o estado emocional do narrador e a natureza ao seu redor. Quando ele afirma “A lua prateada tão formosa / que já foi meu mar de rosas / hoje aumenta o meu penar”, fica claro como lembranças felizes se tornam dolorosas após a separação, reforçando o sentimento de saudade e solidão. O trecho “Meus caminhos se inundaram de saudade / Faço a minha tempestade / Um pranto do meu olhar” usa imagens do clima para expressar o choro e a tristeza. A esperança de reconciliação só aparece se o amor perdido voltar: “Só faço as pazes com o universo / Se um dia o meu amor voltar”. Assim, a música mostra que a reconexão com a natureza e com a vida só será possível quando a dor amorosa for superada.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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