
Máfia da Miçanga
Almir Guineto
Crítica social e humor em "Máfia da Miçanga" de Almir Guineto
A música "Máfia da Miçanga", de Almir Guineto, faz uma crítica bem-humorada à exploração financeira em ambientes religiosos, especialmente nos terreiros e centros onde a fé das pessoas é usada como oportunidade de lucro. Logo no início, o termo "Ali Babá" faz referência a ladrões, enquanto "171" remete ao artigo do Código Penal brasileiro sobre estelionato, deixando claro que o personagem da música foi vítima de um golpe. A expressão "máfia da miçanga" funciona como metáfora para práticas fraudulentas nesses espaços, onde rituais e objetos sagrados são vendidos de forma enganosa.
A narrativa acompanha um homem que, tentando conquistar uma mulher, acaba gastando tudo com um "Pai-de-Santo milongueiro" – termo que sugere um charlatão. No final, ele fica "sem a caxanga, sem a moça e de tanga", ou seja, perde o dinheiro, a mulher e até a dignidade. O tom sarcástico aparece em versos como "até banco de memória vai pra glória, Saravá", mostrando o exagero das promessas feitas por esses falsos líderes religiosos. Almir Guineto mistura crítica social e humor para alertar sobre a facilidade com que pessoas podem ser enganadas por falsas promessas e destaca a importância do discernimento diante da fé.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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