
Tambor
Almir Guineto
Ritual, fé e acolhimento em “Tambor” de Almir Guineto
A música “Tambor”, de Almir Guineto, destaca o papel central da percussão e dos rituais afro-brasileiros como formas de expressão cultural e fontes de acolhimento espiritual. No verso “Quando chego num terreiro, se estou numa pior, ouço o som do atabaque, eu me sinto bem melhor”, o artista compartilha sua experiência pessoal, mostrando como o som do atabaque, instrumento fundamental nas cerimônias do candomblé, tem o poder de transformar estados de espírito e proporcionar bem-estar. Essa relação com a percussão é uma marca registrada na trajetória de Guineto, que sempre valorizou a tradição afro-brasileira e sua influência no samba.
A letra também ressalta a presença dos orixás, como em “cada toque do tambor, representa um orixá”, citando figuras como Iansã e Iemanjá, símbolos de respeito à diversidade religiosa. No entanto, a canção vai além da exaltação das raízes africanas ao propor uma mensagem de tolerância e união: “cada um tem sua crença, cada qual com sua fé, o importante é o caminho de Jesus de nazaré”. Ao unir referências do candomblé e do cristianismo, Almir Guineto sugere que o mais importante é a busca por esperança, paz e espiritualidade, independentemente da religião. Assim, “Tambor” se torna uma homenagem à convivência harmoniosa entre diferentes crenças e à força dos rituais na vida cotidiana.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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