
Bloco do Prazer
Almir Rouche
Carnaval e liberdade em “Bloco do Prazer” de Almir Rouche
Em “Bloco do Prazer”, Almir Rouche reforça a forte conexão da música com o Carnaval nordestino, especialmente por sua trajetória no Galo da Madrugada, um dos maiores blocos carnavalescos do Brasil. O verso “Eu quero muito mais que o som da marcha lenta / Eu quero um novo balancê” expressa o desejo de romper com a rotina e buscar uma alegria mais intensa, típica do Carnaval, onde música e dança funcionam como formas de libertação emocional. O termo “novo balancê” sugere não só um novo ritmo, mas também uma nova maneira de viver o prazer e a festa, indo além do tradicional e do previsível.
A letra traz imagens sensoriais e referências ao universo carnavalesco, como em “Quero ser Mandarin cheirando a gasolina / Na fina flor do meu jardim”, que faz alusão à fantasia, à extravagância e ao perfume marcante das festas de rua. Já o trecho “Assim como carmin nas bocas das meninas / Que a vida arrasa e contamina” destaca a intensidade e a efemeridade do Carnaval, onde tudo é vivido ao máximo, mesmo que seja passageiro. No final, “Paixão violenta, oitenta carnavais” resume o espírito da canção: uma celebração apaixonada da vida, do prazer e da tradição carnavalesca, marcada por excessos e emoções intensas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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